terça-feira, 21 de setembro de 2010

FRUIT & TECH 2010



Fruit & Tech - 2ª Feira Internacional de Frutas, Legumes e Derivados, Tecnologia e Logística
27 a 29 de setembro de 2010
Expo Center Norte, São Paulo
Das 11 às 20 horas


A 2ª Feira Internacional de Frutas, Legumes e Derivados, Tecnologia e Logística, Fruit & Tech, em sua 2ª edição, volta fortalecida com o sucesso alcançado em sua estréia no ano passado. Com o crescimento previsto de 50%, vai ocupar área total de 5.000 m2, e espera superar as marcas dos três mil visitantes e 94 expositores registrados na primeira edição. O evento acontece de 27 a 29 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, das 11 às 20 horas, e tem entrada gratuita tanto para profissionais como para interessados no mercado de frutas, legumes e derivados.

Entre as atrações, destacam-se o 2º Seminário Internacional Fruit & Tech, Encontro Embrapa de Tecnologia de Produção para Fruticultura, Visitas Técnicas e Rodadas de Negócios, Oficina – Aplicação de Insumos Orgânicos na Fruticultura e o evento é direcionado para atender à demanda de produtores e fornecedores na geração de negócios, exportação, tecnologia e logística.

Para mais informações, entre em contato com a organização através do e-mail fruitetech@francal.com.br, pelo telefone (11) 2226-3100 ou pelo site oficial da Fruit & Tech.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Mercado de algumas frutas está mais firme


Na última semana, o mercado de algumas frutas esteve mais movimentado não só pela oferta mais limitada, como também pela maior procura pelo consumidor.

O preço da banana prata no norte de Minas Gerais subiu 117% na última semana em comparação com a mesma semana de 2009. A caixa de 20 kg foi comercializada por volta de R$ 20,00. O norte de Minas tem ofertado a banana de maneira escalonada desde o início da safra (junho), e o frio acaba limitando o avanço da maturação. Resultado: preços mais atrativos ao produtor.

Bom desempenho também foi para o mercado de maçã no Sul do Brasil. Para produtores, a última semana foi considerada uma das melhores do ano para a comercialização da fruta. Segundo agentes, a maior liquidez do mercado está atrelada ao consumo firme. Dessa forma, as cotações das duas principais variedades (fuji e gala) continuaram em elevação no Sul do País.

Para a laranja, as vendas também foram firmes no mercado in natura, com boa procura principalmente pelas frutas de melhor qualidade. Agentes do setor já estão notando redução na oferta e apostam que as cotações sejam maiores nas próximas semanas caso a demanda continue firme.

Em sentido oposto, os preços do mamão, da manga e da uva estiveram mais baixos na última semana. As regiões produtoras dessas frutas têm elevado a oferta, em especial o Vale do São Francisco, no Nordeste, cuja colheita de manga e uva tem sido intensificada nas últimas semanas visando o mercado internacional.

Leia a edição de setembro da Hortifruti Brasil!


Essas e mais informações sobre o mercado de frutas e hortaliças você pode ler na nova edição de setembro da Hortifruti Brasil. A Matéria de Capa desta edição mostra as vantagens e desvantagens de o produtor vender seu produto ao supercliente: o supermercado. Confira os resultados clicando aqui.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Vendas estáveis de melão em feriado e clima ameno


O feriado de 7 de Setembro reduziu o movimento do mercado para boa parte dos hortifrutis na semana passada. Além do recesso, chuvas ocorreram nos centros consumidores, trazendo inclusive temperaturas mais frias, o que afastou ainda mais os agentes das compras.

Uma das exceções foi para o mercado de melão. Como a Chapada do Apodi (RN) e o Baixo Jaguaribe (CE) são praticamente as únicas praças a ofertar a fruta em São Paulo, o feriado e o clima não chegaram a prejudicar a procura pelo melão, até mesmo porque não há acúmulo da fruta no mercado.

A previsão é de tempo firme e sem chuva pelo menos até o final de setembro, conforme as previsões da Somar Meteorologia. O ritmo de mercado, entretanto, vai depender do poder aquisitivo do consumidor, já que com o aproximar do fim do mês as compras são feitas tipicamente em menor volume.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Mercado aquece; preço da cebola reage


O mercado esteve mais aquecido no setor de frutas e hortaliças na última semana, inclusive até para a cebola, que vinha sendo comercializada a preços bem abaixo dos custos. O início-de-mês e as temperaturas mais altas foram os principais fatores para movimentar o mercado na última semana.

Além do aumento da procura, o bulbo foi menos ofertado por produtores de São Paulo, Minas Gerais e Vale do São Francisco. A expectativa é de que os preços da cebola subam ainda mais na segunda quinzena de setembro, já que o volume será ainda menor, mesmo em período típico de grande oferta.

Para esta semana, a previsão é que o feriado desta terça-feira, 07, (Independência do Brasil), reduza um pouco o movimento do mercado. No entanto, a expectativa é que o comércio volte a se aquecer a partir da quarta-feira, 08, já que é início-de-mês e, neste período, o consumidor é mais atuante no mercado.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Laranja irrigada é mais aceita no mercado


Com o atual período de seca no Sudeste, produtores de laranja do estado de São Paulo que estão irrigando seus pomares estão obtendo preços maiores pela fruta. A diferença da fruta de pomares irrigados chegou a R$ 5,00/cx na semana passada. As frutas de pomares não irrigados tem sua durabilidade reduzida e, além disso, parte delas apresenta pinta-preta, doença que afeta a aparência da laranja, que acaba sendo pouco aceita pelo mercado - o destino dessas frutas acaba sendo para processamento de suco.

De modo geral, a ausência de chuva ainda não é preocupante para o setor de frutas e hortaliças. No entanto, a seca pode atrasar as atividades de plantio da safra de verão e, assim, alterar o calendário de algumas culturas.

Com ausência de chuva e tempo quente, a tendência é que o consumo de hortifrutícolas, em especial o de frutas, aumente nesssa semana. O consumo pode ser estimulado também com o início-de-mês, período quando as compras são maiores. Alguns produtos, no entanto, não devem apresentar aumento nos preços, já que estão com oferta excedente no mercado, como é o caso de cebola e cenoura.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Cebola: baixa rentabilidade ao produtor paulista


A grande quantidade de cebola ofertada ao mercado fez com que, desde o início da safra, produtores paulistas não conseguissem um bom preço pelo seu produto. Nas últimas semanas, o preço de venda da cebola tem ficado abaixo dos custos, tornando baixa a rentabilidade ao produtor.

Na semana passada, por exemplo, para minimizar seu prejuízo com a cultura, o produtor tentou estabelecer o preço de venda em torno de R$ 20,00/sc de 45 kg na roça, mas compradores não estavam dispostos a pagar pela cebola nesses patamares, o que pressionou o preço. Com essa pressão do mercado, produtores não conseguiram negociar nos preços desejados, e a saca de 45 kg foi vendida ao redor de R$ 16,00 na roça. A previsão é de que até meados de setembro o cebolicultor paulista continue trabalhando em patamares baixos.

Enquanto produtores de cebola estão na expectativa de dias melhores, outros mercados foram um pouco mais aquecidos na última semana. O norte de Minas Gerais tem oferecido pouca banana ao mercado, e a fruta tem garantido preços mais atrativos ao produtor.

A maçã produzida no Sul foi outro produto que tem valorizado na semana passada. Mesmo considerando temperaturas baixas na região, a procura pela fruta tem se mostrado boa, o que tornou os preços maiores na última semana.

As temperaturas mais frias têm reduzido o ritmo da maturação da uva em Jales (SP) e em Pirapora (MG), o que reduziu a disponibilidade de uva ao mercado, valorizando a fruta.

O mercado nos próximos dias dependerá do clima, cujas temperaturas devem aumentar em boa parte do Brasil. No entanto, a comercialização de frutas e hortaliças pode ficar mais limitada devido ao período de fim-de-mês, quando o poder aquisitivo do consumidor é mais enxuto.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Frio: menores vendas e maturação mais controlada

O frio continua sendo um dos principais fatores para frear as vendas de hortifrutícolas, especialmente as de frutas. As temperaturas caíram ainda mais nos últimos dias, fator que vem afastando os consumidores do mercado.

Além de fazer com que o consumidor opte por comprar menos frutas e hortaliças, os termômetros mais baixos também acabam influenciando no desenvolvimento de algumas culturas. Para o melão produzido no Vale do São Francisco, o fruto não se desenvolveu normalmente nos últimos dias, reduzindo a oferta ao mercado. O tomate é outro produto que tem sua maturação mais lenta em períodos mais frios, mas na última semana o ligeiro aumento das temperaturas nas roças contribuiu para o desenvolvimento do tomate.

O volume de tomates ofertados nesta semana dependerá do clima. O clima deve ser seco em boa parte do Brasil nesta semana, conforme a previsão da Somar. Após a passagem de uma massa de ar polar no Sul e Sudeste desde o fim-de-semana, as temperaturas devem voltar a se elevar nos próximos dias. Isso pode contribuir para a maturação dos frutos.