Mostrando postagens com marcador fevereiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fevereiro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Olimpíadas dos HFs! Última semana de fevereiro é marcada por recordes de preços

2016 é o ano das Olimpíadas no Brasil e também dos hortifrutícolas! Os preços de algumas frutas e hortaliças acompanhadas pelo Hortifruti/Cepea atingiram patamar recorde na última semana de fevereiro (22 a 26). Frutas como a banana prata (que já havia batido recorde em janeiro), melão amarelo, uva itália, mamão havaí e formosa e, no time das hortaliças, a cenoura, são as culturas que encerram o mês de fevereiro bem mais caras. 

Um dos destaques é a banana prata do Norte de Minas Gerais (onde o valor foi o mais alto da série histórica do Cepea), região com pouca fruta disponível. Na última semana, o valor médio foi de R$ 2,40 para a prata mineira, a maior cotação semanal desde 2001. Este está sendo um ano atípico aos mineiros por conta da seca que atingiu o perímetro no ano passado. Mas o consumidor deverá estar com o bolso preparado pois, até a metade deste ano, o cenário da prata na região deve continuar semelhante: preços altos e baixo volume de frutas.

Também com oferta reduzida, o melão amarelo é outro recordista. Produtores do Vale do São Francisco praticamente não negociaram com atacadistas da Ceagesp e a disponibilidade na praça produtora do RN/CE também está limitada. De 22 a 26 fevereiro, o melão amarelo tipo 6 e 7 foi cotado por R$ 39,60/cx de 13 kg, apresentando aumento de 37% frente à semana anterior. Este é o maior valor semanal nominal de toda a série do Hortifruti/Cepea, que teve início em 2001.

Afetada por perdas na produção por conta de ações climáticas, a viticultura paulista fechou o segundo mês de 2016 com números significativos. Em Pilar do Sul, o preço médio do quilo da uva itália foi de R$ 6,16 e, em São Miguel Arcanjo, de R$ 5,31, os maiores valores desde 2001.

Para o mamão, ambas as variedades – formosa e havaí – bateram recorde nominal na série histórica do Cepea, também iniciada em 2001. No final de 2015, houve estiagem nas regiões produtoras, fazendo com que o abortamento de flores aumentasse muito. Essas floradas que foram perdidas eram para serem colhidas em fevereiro/março. Além disso, com a altas temperaturas, a perda foi intensificada. Como o volume deve se manter baixo nas próximas semanas, os preços também devem se manter elevados, podendo bater novos recordes.

Das hortaliças, apenas a cenoura obteve o melhor resultado na última semana de fevereiro, considerando a série histórica do Cepea, iniciada em 2008. Um dos motivos da menor oferta é que lavouras de São Gotardo, Santa Juliana e Uberaba (MG), os descartes causados pelas chuvas nas últimas semanas chegaram a mais de 40% em certos lotes, uma vez que muitas raízes estiveram bifurcadas. A caixa de cenoura “suja” esteve a R$ 70,00 na Ceagesp na última semana, leve aumento de 2,4%.

Ao que tudo indica, os hortifrutícolas devem continuar com preços elevados em março. Vale destacar que, mesmo que os valores tenham sido históricos, a margem de ganho dos produtores não tem sido tão elevada, visto o aumento generalizados dos custos, como dos insumos, energia elétrica e combustível.

Obs: Os valores mencionados acima são todos em termos nominais, ou seja, sem contar a inflação acumulada dos períodos.
Por Daiana Braga - Equipe Hortifruti Brasil 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Edição de fevereiro: Cadastro Ambiental Rural

A Hortifruti Brasil preparou para a edição de fevereiro uma matéria sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que passa a ser obrigatório e sua inscrição se encerra no dia 5 de maio deste ano. O estudo tem como objetivo esclarecer os principais pontos do CAR, bem como os benefícios ao produtor de estar devidamente regularizado.

O Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico obrigatório que mapeia todos os imóveis rurais do Brasil. Assim, o poder público passa a ter uma radiografia precisa para melhorar a gestão da política ambiental no País. Caso você ainda não tenha realizado o cadastro de sua fazenda, atenção ao prazo e informe-se lendo a matéria completa AQUI!

Ainda na edição de fevereiro, detalhamos os principais acontecimentos do mercado de 13 frutas e hortaliças, com destaques nos impactos das chuvas de janeiro em boa parte do País. 

Agradecemos nossos parceiros presentes nesta edição:

Agristar
AgroFresh
Basf
Bayer
Blueseeds
DuPont
Feltrin
Pecege
Syngenta

Atenciosamente,
Equipe Hortifruti Brasil
(19) 3429-8808
WhatsApp: (19) 99107-4710

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Edição de fevereiro: Qual melhor época para vender HFs?

Nesta primeira edição de 2015, a Hortifruti Brasil apresenta o calendário de maiores e menores preços de hortifrutícolas na Ceagesp. O objetivo é informar ao produtor a vender seu produto sobretudo em épocas de preços mais altos.

A HF Brasil também reúne nesta edição algumas alternativas que podem ajudar o produtor de frutas e hortaliças a antecipar ou a postergar pelo menos parte da safra para obter melhor retorno financeiro.

Leia também a nova Seção de Melancia, nossa estreia desta edição!

Está esperando o quê? Acesse já a edição de fevereiro e saiba mais em
www.cepea.esalq.usp.br/hfbrasil.
 
Atenciosamente,
Equipe Hortifruti Brasil
(19) 3429-8808

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Consumo de HF pelas crianças: Como conquistar esse público?‏

A Hortifruti Brasil destaca na capa da edição de fevereiro a importância de as crianças consumirem alimentos saudáveis, como as frutas e hortaliças. 

Conforme a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), todos deveríamos consumir 400 gramas de frutas e hortaliças por dia. No Brasil, o consumo apenas desta parcela da sociedade absorveria 7 milhões de toneladas desses alimentos. E é cada vez mais comum a oferta de produtos direcionados às crianças, com embalagens de desenhos e tamanhos diferenciados.

Produtores de frutas e hortaliças devem aproveitar a dimensão deste mercado e se envolver em estratégias para conquistar esse potencial consumidor. 

Leia a matéria completa na página da Hortifruti Brasil! Nesta edição, também lançamos a seção Radar HF, com drops de informações de mercado, como economia, clima e novidades!

Daiana Braga - Equipe HF Brasil

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Hortifrutícolas que devem ter oferta elevada em fevereiro

Fevereiro é um mês de elevada oferta para alguns hortifrutícolas. Enquanto alguns produtores devem iniciar a safra, outros já devem atingir o pico de colheita.

A batata de Minas Gerais é um dos produtos que devem começar a entrar forte no mercado neste mês. As principais regiões produtoras de batata de Minas Gerais – Sul de Minas e Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba (MG), devem ofertar um bom volume de batatas em fevereiro. Produtores de Água Doce (SC) e de Bom Jesus (RS) também devem intensificar as atividades.

As atividades de colheita de maçã no Sul do País também devem continuar intensas não só em fevereiro, mas pelo menos até abril. A colheita de maçã se concentra nos primeiros quatro meses do ano, e alguns produtores estocam a fruta ao longo do ano para programar o melhor período de venda da fruta.

A banana nanica vem se desvalorizando devido ao aumento da oferta da fruta no Vale do Ribeira (SP) e norte de Santa Catarina. O pico de oferta deve ocorrer só em março, pois as enchentes no Vale do Ribeira no ano passado atrasaram a safra e o frio durante a noite nas roças catarinenses desacelerou a maturação da nanica.

A uva fina dos municípios paulistas de São Miguel Arcanjo e Pilar do Sul (SP) devem entrar em pico de safra já nesta semana.

Já outros produtos, em algumas praças específicas, devem apresentar pouca oferta nas próximas semanas. No caso do mamão, produtores do Espírito Santo e Sul da Bahia esperam que o volume colhido reduza significativamente apenas em março, quando há previsão de “pescoço” (período de entressafra causado por impactos climáticos) se inicie nas roças mais velhas. Assim, os preços devem seguir em patamares baixos nas próximas semanas.

Para o tomate, a produtividade das lavouras de tomate de Caçador (SC) está prejudicada nesta temporada. Além dos casos de requeima surgidos atualmente, as chuvas de granizo que ocorreram durante o desenvolvimento das plantas (fim de novembro/10) reduziu o calibre dos frutos, o que comprometeu a produtividade. Segundo tomaticultores da região, o rendimento médio de fevereiro deve ser inferior ao potencial da região.

Daiana Braga – Equipe Hortifruti Brasil