terça-feira, 15 de outubro de 2013

Seminário Mosca Branca - 5 e 6 de novembro


Prezados leitores,
 

A Associação Brasileira da Batata (ABBA), como o apoio da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) está organizando o Seminário Mosca Branca, que acontecerá nos dias 5 e 6 de novembro, no Center Convention, em Uberlândia (MG). 

A programação do evento está disponível no site da ABBA em http://www.abbabatatabrasileira.com.br/2008/eventocapa.asp?id_EVECAT=22.

Mais informações do evento, consulte a ABBA: http://www.abbabatatabrasileira.com.br.


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Especial Batata: Em tempos de mão de obra cara, por que não mecanizar?


No Especial Batata de 2013 (edição de outubro), foi elaborada uma análise da oportunidade de reduzir a mão de obra na propriedade de batata, substituindo a colheita semimecanizada pela mecanizada. Boa parte dos produtores no Brasil ainda adota o sistema de colheita semimecanizado, mas cada vez mais a mecanização total tem despertado interesse da bataticultura nacional.

Para acompanhar a sustentabilidade econômica do setor, veja também neste Especial os custos de produção atualizados de Vargem Grande do Sul (SP) e do Sul de Minas Gerais.

Não deixe de acompanhar as informações de mercado das 12 frutas e hortaliças pesquisadas pela Hortifruti Brasil. O Especial Batata já está disponível na página da Hortifruti Brasil, no site do Cepea.

Daiana Braga
Equipe Hortifruti Brasil

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Maçã: Em plena primavera, geada ocorre em pomares de SC


As chuvas na semana passada têm trazido danos aos produtores, especialmente no Sul do País. O estado mais atingido foi o de Santa Catarina, onde em mais de 70 municípios ocorreram enchentes, conforme noticiado na imprensa.

Quanto às culturas produzidas no Sul, os pomares de maçã não foram atingidos pela chuva. No entanto, houve geada durante a madrugada. Segundo a Associação dos Produtores de Maçã e Pêra de Santa Catarina (AMAP), ainda não se sabe ao certo qual será o impacto dessas geadas nos pomares catarinenses – a contabilização deverá ocorrer nesta semana.

Tomate: chuva atrasa início do transplantio da safra de verão

Para o tomate, o transplantio da safra de verão em Caçador e Urubici (SC), que tipicamente começa mais tarde que as demais regiões, as atividades deverão ser ainda mais tardias. Isso porque a primavera neste ano começou mais fria e chuvosa em comparação com a do ano passado.

Em Urubuci, especialmente, as temperaturas são mais baixas devido à elevada altitude. Assim, produtores desta região devem iniciar o transplantio de tomate em outubro. Em Caçador, as mudas começaram a ser levadas a campo nesta segunda quinzena de setembro.

Daiana Braga – Equipe Hortifruti Brasil

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Edição de setembro: Seguro Agrícola


O setor hortifrutícola é o segundo entre os produtos agrícolas mais segurados no País. No entanto, o mercado de seguro rural no País é ainda pouco desenvolvido e concentrada em poucas culturas. De qualquer forma, há demanda por parte de produtores para um seguro mais abrangente.

Os prós e os contras do seguro agrícola você pode conferir na edição de setembro da Hortifruti Brasil.  
 
Nesta edição, leia também sobre os últimos acontecimentos do mercado de 12 frutas e hortaliças.  
 
A edição completa está disponível na página da Hortifruti Brasil aqui.  


Atenciosamente,
Equipe Hortifruti Brasil

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Preços das principais hortaliças sobem


As principais hortaliças pesquisas pelo Hortifruti/Cepea apresentaram valorização na última semana, como é o caso da batata, tomate e cenoura.

Mesmo que algumas regiões estejam em período de safra, os preços da batata continuam firmes acima dos R$ 100,00/sc. Na semana passada, houve valorização de R$ 14,8% na média semanal frente à da semana passada, a R$ 101,08/sc de 50 kg.

Isso se deve principalmente à redução de oferta de batata no Sudoeste Paulista, que está em período de transição entre a safra das secas e a de inverno. Outro fator que contribuiu para a valorização da batata foi que alguns produtores de Vargem Grande do Sul (SP) reduziram o ritmo de colheita desde o final da semana passada, na intenção de impedir uma desvalorização muito forte do tubérculo.
 

Outro produto que valorizou significativamente foi o tomate. Na última semana, o aumento foi de expressivos 107,5%, com o tomate salada 2A cotado a R$ 44,53/cx na Ceagesp. Com o tempo frio durante a noite, principalmente nas roças paulistas, a maturação do fruto ocorreu mais lentamente no período, resultando em queda no volume no mercado.

No entanto, dificilmente os preços do tomate alcançarão novos recordes de preços, como os verificados no início do ano. Os valores podem recuar ainda nesta semana caso a proporção de tomates verdes siga elevada nesta semana. As temperaturas reduziram um pouco desde o último fim de semana, e a previsão é que até o fim desta semana os termômetros caiam ainda mais, segundo previsões da Somar Meteorologia.

Além disso, a oferta de tomate rasteiro, que tem aumentado nos últimos dias, pode atrapalhar as vendas das outras variedades devido às suas cotações mais acessíveis.
Para a cenoura, as chuvas que ocorreram em Minas Gerais em meados de abril impediram o plantio em alguns dias, refletindo, então, em menor quantidade ofertada neste início de safra de inverno. Como a oferta de raízes está baixa na região, as cenouras têm sido colhidas de forma antecipada por parte dos produtores, em busca de aproveitar os preços mais atrativos.

Em MG, a caixa “suja” de 29 kg de cenoura foi comercializada a R$ 25,00, aumento de 48,5% frente à semana anterior. Para esta semana, a previsão é de que as cotações se mantenham, já que já estão em patamares elevados e o volume ainda deve permanecer baixo.

Banana: Brasil suspende, por enquanto, importações do Equador
 

 No último dia 07, a Confederação Nacional dos Bananicultores (Conaban) junto a políticos participaram de um debate no palácio do Itamaraty sobre as importações de banana do Equador. No debate, estavam presentes produtores das principais regiões acompanhadas pelo Hortifruti/Cepea – Vale do Ribeira (SP), Norte de Santa Catarina, Norte de Minas Gerais e Bom Jesus da Lapa (BA). 
 
O principal ponto contra a importação é que a fruta do Equador pode trazer alguns riscos fitossanitários. Além disso, o Brasil produz banana suficiente para atender a todo o mercado interno. Com isso, produtores conseguiram, por enquanto, barrar as importações de banana do Equador. Porém, o Ministério da Agricultura ainda cita que o acordo com o país vizinho pode trazer benefícios para a balança comercial.

Daiana Braga – Equipe Hortifruti Brasil

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Edição de agosto: Rastreabilidade de frutas e hortaliças


Nesta edição, a Hortifruti Brasil desmistifica o conceito da rastreabilidade de frutas e hortaliças. Mais exigente, o consumidor brasileiro preza cada vez mais por alimentos de qualidade e seguros. Para o produtor, esta pode ser uma ótima oportunidade de ganho de mercado.

Para aprofundar mais sobre esse assunto, convidamos empresas de rastreabilidade, do varejo e do setor produtivo para entender como funciona a rastreabilidade dos hortifrutícolas. O bate-papo você pode conferir no Fórum, a partir da página 35.

Não deixe de acompanhar também nesta edição as últimas informações de mercado das 12 frutas e hortaliças analisadas pela Hortifruti Brasil. A edição na íntegra você pode acessar na página da revista.
 
Atenciosamente,
Equipe Hortifruti Brasil 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Frio traz danos à produção de frutas e hortaliças; PR é o mais afetado

Foto: Divulgação
 
Levantamento realizado pela Hortifruti Brasil constata que o frio intenso nas últimas semanas afetou a produção de cebola, tomate, uva e batata no Sudeste e Sul do País. Ainda é cedo para contabilizar a dimensão das perdas, mas poderá haver impacto na oferta. Algumas áreas de produção tiveram chuva forte, geada e até mesmo neve. No Paraná, foi registrada a ocorrência de “geada negra” (congelamento da parte interna da planta, que escurece e morre). 
 
Segundo apurou a equipe da Hortifruti Brasil, o clima adverso atrasou o transplantio de mudas de cebola nas regiões de Ituporanga (SC) e São José do Norte (RS). Em Irati (PR) e Lebon Régis (SC), onde o semeio já foi realizado, os bulbos podem demorar mais para atingir o ponto de maturação. Dessa forma, a colheita de cebola, que ocorreria em novembro, deve atrasar no Sul do País, principal produtor nacional de cebola.

Também houve perdas na safra de tomate em Reserva (PR). Alguns produtores adiantaram o transplantio para julho ao invés de agosto, com o intuito de escalonar a oferta. Boa parte dessa produção acabou sendo perdida por conta da geada – ainda não há estimativas que quantifiquem essas perdas. De acordo com produtores ouvidos pela Hortifruti Brasil, essas áreas perdidas deverão ser replantadas, o que provavelmente aumentará os gastos do tomaticultor paranaense. Já em outras áreas de produção de tomate, o frio tem apenas diminuído o ritmo de maturação dos frutos, acarretando em maior oferta de tomates verdes no mercado.

Com relação à uva, houve incidência de geada em alguns parreirais do Paraná, que produz uvas finas (itália) e niagara. Em Marialva, produtores que realizaram as podas afirmam que algumas videiras foram queimadas, e que as perdas serão contabilizadas a partir desta semana. Parte dos produtores do estado irá esperar o aumento das temperaturas para realizar novas podas, visando a safra do final de ano. Dependendo do impacto do frio para a safra de fim de ano, período de elevado consumo de uvas, o volume destinado ao mercado pode ser menor, aumentando os preços aos consumidor.
 
Alguns produtores de batata do Paraná, que pretendiam encerrar a safra da seca, tiveram que aguardar mais alguns dias por conta do frio. Choveu muito nas áreas de produção, limitando o acesso do agricultor ao campo. O plantio para a safra das águas 2013/14 não deve ser prejudicado, visto que as atividades terão início somente no começo de agosto.

Se para algumas culturas o frio trouxe prejuízos, para outras, como a maçã, chegou em boa hora. Os pomares estão em dormência e corriam o risco de apresentar brotação prematura. Com o frio, devem continuar em dormência, favorecendo os frutos. Esse período de frio é importante para que macieiras brotem mais uniformes.

No Nordeste, importante polo produtor de frutas, as temperaturas chegaram a cair um pouco, mas não foram prejudiciais à produção. No entanto, produtores nordestinos que enviam mercadorias ao Sudeste relataram que os pedidos foram reduzidos – o consumo de frutas cai com temperaturas baixas.

Os impactos do frio não chegaram a refletir diretamente em aumentos dos preços dos hortifrutícolas. As baixas temperaturas nos principais centros consumidores inibem maiores compras do consumidor, o que acaba limitando um avanço nas cotações. A expectativa é que a volta às aulas possa modificar esse cenário, além do início do mês, aquecendo as vendas nas próximas semanas.

Daiana Braga – Equipe Hortifruti Brasil